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Individualização de Gás

CONDOMÍNIO / RESIDÊNCIA / COMERCIAL


Individualização de gás para condomínio

Condomínios costumam funcionar com sistemas de gás encanado. Entretanto, alguns condomínios ainda não contam com a individualização de gás, o que pode representar um problema para alguns usuários e injustiça na conta. O sistema de gás não individualizado pode soar como um ônus para usuários que costumam ter baixo consumo.

Isso porque, o montante consumido pelo condomínio, se divide então entre todos os usuários, que pagarão um valor fixo, normalmente incluído na fatura do condomínio. Assim, se o seu vizinho consumiu o equivalente a R$90 em gás e você, apenas R$10, vocês pagam R$50 cada um, por exemplo. Daí a tendência (e por que não dizer necessidade?) dos sistemas individualizados.

Mudou-se para um condomínio e não tem gás individualizado? Está interessado em saber se seu prédio é passível da individualização de gás? Então leia esse artigo até o fim.

Qual a diferença entre os sistemas de gás coletivo e individualizado?

Sistemas de gás encanado são muito similares entre si. Normalmente, o fluído empregado é o GLP (gás liquefeito de petróleo) – o gás natural é mais comum em tubulações em vias públicas. O GLP normalmente vem envasado em cilindros específicos, que ficam na central de gás do condomínio em questão. Trata-se de um local onde os cilindros se armazenam, em segurança, longe de fontes de calor ou tóxicos.

A partir da central, o gás flui por tubulações, que o levam até os usuários. Até aí os sistemas individuais e coletivos se assemelham. Entretanto, no caso do sistema coletivo, a tubulação leva o fluído até um único registro, instalado em cada prédio. Assim, se o condomínio conta com 3 edifícios, o gás será conduzido a um registro em cada um (ou mesmo um único para os três). A partir daí, há também as tubulações que conduzem aos apartamentos, mas não há mais registros. Elas apenas encaminham o gás aos usuários e a medição é feita nessa única peça.

Nesse modelo, não é possível saber quanto cada usuário consumiu, apenas o montante, que é rateado na conta. Já no modelo individualizado, as tubulações que saem da central conduzem a cada apartamento, onde há um medidor individual. Assim, o consumo registrado é de cada usuário, e a cobrança se torna mais justa, portanto.  

É obrigatório o gás ser individualizado?

Respondendo de maneira direta: não! A norma NBR 15526 possui parâmetro para instalação do gás rateado e do gás individual. Geralmente, as construtoras optam em realizar o gás rateado com objetivo de reduzir os custos da obra, já que, nesse sistema, uma tubulação alimenta a todos os equipamentos, ao passo que no sistema individual, é necessário instalar, após os medidores, uma tubulação por apartamento.
Aliás, há algum tempo, esse era o modelo mais empregado nas construções. Entretanto, o maior problema é a cobrança. Usuários que consomem pouco normalmente são os que mais se sentem injustiçados, em especial quando a conta vem alta. Por essa razão, há muitos locais onde o gás é rateado que estão buscando a individualização.

Vantagens da individualização de gás

A individualização de gás em apartamentos traz inúmeras vantagens para o consumidor e para os condomínios. Para o cliente, a principal delas é o pagamento justo pelo consumo real do seu apartamento, o que acarreta em uma redução de até 30% na conta de gás. Isso significa que o investimento no serviço de individualização retornará rapidamente para o condomínio.  
Também, sabendo que cada um pagará pelo seu consumo, as pessoas se tornam mais conscientes e se organizam melhor nesse sentido. Ninguém vai desperdiçar contando simplesmente com o bônus de “não pagar sozinho”. Outra vantagem é o controle de consumo. Muitas vezes, discrepâncias podem mostrar indícios de problemas de vazamento (apesar que somente o teste de estanqueidade é um meio seguro de detectar vazamentos, conforme NBR 15526). Isso sem contar que o sistema individual dificulta a ocorrência de fraudes, já que qualquer redução drástica no consumo pode ser percebida e investigada.
Por fim, podemos citar os ganhos para o meio-ambiente, que certamente agradece pelo consumo mais consciente. Não nos esqueçamos que o gás tem sua origem principal em recursos da natureza que, assim como a água, não podem ser desperdiçados. Não se trata de uma fonte inesgotável, que podemos explorar desenfreadamente.

Individualizar o sistema de gás encanado no seu condomínio não deve ser encarado como um custo, mas sim como um investimento. O condomínio certamente sairá ganhando com maior controle de consumo e menos discussões entre os condôminos por conta do consumo de gás.

Além disso, trata-se de uma forma mais justa, já que há pessoas que utilizam o forno caseiro para vender guloseimas, por exemplo. Essas certamente gastarão mais do que as que utilizam o recurso apenas para consumo doméstico. O que dizer então daqueles que almoçam no trabalho a semana toda, e utilizam o fogão apenas aos finais de semana? Nada mais correto do que cada uma pagar o equivalente ao seu uso.

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